Há mulheres que só fazem depilação integral, outras preferem deixar um quadrado, um triângulo, e ainda há outras que preferem deixar os pêlos ao natural. De acordo com um novo estudo da Universidade de Indiana, nos EUA, há gostos para tudo.

Existe uma tendência predominante no que se refere à depilação íntima? Aparentemente, não. De acordo com os investigadores da Universidade de Indiana, que entrevistaram mais de 2400 mulheres, e cujos resultados foram publicados no Jornal de Medicina Sexual.

Os investigadores concluiram que "as mulheres têm várias formas de encarar os seus pêlos públicos: por uma questão de higiene, de conveniência ou estética, não há coesão neste tema. Mudam frequentemente de técnica".

Cerca de 67 por cento das mulheres entre 18 e 24 anos depilam-se, e destas 57 por cento fazem depilação completa de vez em quando, 6 por cento só depilam uma parte dos pêlos, e 6 por cento fazem regularmente a depilação completa.

As mulheres que optam pela depilação total são normalmente mais jovens, vivem com um companheiro sem estarem casadas, e têm sexo regularmente.

O investigador Debby Herbeneck concluiu que "não há uma técnica de depilação que predomine, cada mulher varia ao fim de algumas semanas segundo a sua vontade, o seu tempo livre ou a sua vida sexual. As mulheres não se deviam deixar influenciar, seja pelo seu companheiro, pelos ideais culturais ou pela moda, pelos seus amigos, etc. São elas que devem decidir a depilação que mais lhes convém".

Os investigadores norte-americanos ficaram, no entanto, surpreendidos pelo facto das mulheres não usarem a cera para a depilação nesta zona. As lâminas e as depiladoras são os produtos preferidos para a depilação íntima.

in 7 sur 7