O Serviço de Dermatologia da Faculdade de Medicina da Universidade de Barcelona, Espanha, realizou um estudo clínico sobre fotodepilação, em Novembro e Dezembro de 2005.

O Serviço escreveu que, a fotodepilação, "apenas atinge longitudes de onda superiores a 515 nm, pelo que nunca se trabalha com raios ultravioletas que possam ser prejudiciais para a pele".

Segundo a mesma Universidade, "as áreas corporais onde se registam os melhores resultadas são aquelas isentas da influência hormonal: virilhas, axilas e extermidades inferiores.Também se registam bons resultados em exterminadas superiores, coxas, tronco no geral e linha do bikini. Na cara também se registam bons resultados, especialmente em mulheres mais jovens, por influência das hormonas. Os piores resultados registam-se nos pêlos mais finos e claros e no bigode".

Estes médicos catalães confirmam, assim, que a fotodepilação não é um tratamento dermatológico perigoso.